esta possibilidade
no momento em que o globo girava com as oito bolinhas.
Deu a “bola seis”
no sorteio e o Paulo César foi para o clássico despido de rancor e
desfaçatez.
Atuou com isenção
em todos os minutos do jogo e cumpriu fielmente as regras de
futebol.
A expulsão do
zagueiro Danilo foi correta pois, desferiu um carrinho com força
excessiva que é vedada pelas regaras de futebol.
Aliás, na partida
contra o Mirassol este mesmo atleta deveria ter sido expulso na
metade do primeiro tempo quando deu um pontapé na perna do
adversário que estava caído ao solo.
Se tivesse sido
expulso naquela partida talvez a equipe do Mirassol tivesse a
possibilidade de ficar para a semifinal.
O destaque desta
partida ficou, a meu ver, pela precisão e competência do Assistente
nº 2, Sr. Alex Alexandrino que validou o gol corintiano, num lance
de dificílima definição, pois a bola foi tirada a poucos centímetros
da linha de meta.
Outro destaque e
talvez o mais triste foi a atitude e declaração do Sr. Luis Felipe
Scolari durante a partida e após ela, respectivamente.
O gesto que fez é
inconcebível!
Porém, depois da
competição, já com a memória esfriada pelo banho deixou o bom senso
no vestiário ao reafirmar que o Paulo César estava “premeditado” a
prejudicar a SE Palmeiras.
Como admirador que
sou do Sr. Felipe Scolari esperava que ele fosse enaltecer a luta e
coragem de seus jogadores que, mesmo sem o zagueiro Danilo,
desenvolveram um futebol de raça e quase lograram êxito na
competição.
Pensei que, mercê
de sua inteligência, iria dar os parabéns ao Assistente nº 2 Alex
Alexandrino que teve muita coragem em validar o gol no lance já
citado.
Pensei que iria se
desculpar pelo gesto feito em desrespeito ao árbitro, no momento da
discussão com o técnico Tite, que tenho certeza, não é de sua
índole.
Pensei que como
estrategista que é, não iria cair no conto do vigário do jornalista,
que “apostou” na óbvia possibilidade do árbitro sorteado entre os
oito ser o Paulo César.
Pensei que pela
experiência de campeão que tem o Sr. Felipe Scolari fosse fazer
alguma alteração em sua equipe, para modificar o esquema de jogo e
conseguir segurar a vitória, porém, mais uma vez, quem acertou na
substituição, até pelas circunstâncias do jogo, foi o técnico Tite
que colocou o jovem William que marcou em sua primeira participação,
numa falha da zaga palmeirense.
Pensei até que iria
justificar a derrota pela ausência do “Mago” Valdívia que desfalcou
a equipe por lesão muscular e poderia desequilibrar o jogo.
Não! Preferiu
desviar o foco baseado na insensatez do “truqueiro” para a
arbitragem do Paulo César, que junto a seus Assistentes e Árbitros
Adicionais, deram um brilho especial ao espetáculo.
A arbitragem
paulista neste evento passou incólume pela competência e isenção de
ânimo e segue na competição a equipe que mostrou mais eficiência na
cobrança de penalidades.
Em nome dos
árbitros paulistas e cooperados da COAFESP parabenizo o Árbitro
Paulo César de Oliveira e Assistentes Vicente Romano Neto e Alex
Alexandrino que participaram deste jogo.
Silas Santana –
Presidente da COAFESP
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