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Um Aspirante à moda antiga
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José Henrique de Carvalho, um aspirante à moda
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28/12/2008 - A Federação
Paulista de Futebol sempre formou e forma até hoje grandes nomes na
arbitragem nacional.
Lembro-me de Walter José dos Reis, um dos grandes árbitros
assistentes que vi atuar e que infelizmente não pôde, em função de
sua idade, participar de uma Copa do Mundo. Pra não ir muito longe,
destacaria também a pioneira da arbitragem feminina, que também é de
São Paulo, Silvia Regina, ex-árbitra da FIFA, que atuou em grandes
decisões do futebol do Brasil. Hoje Silvia é instrutora da FIFA e
observadora de arbitragem do quadro da CBF.
Já em 2006, um dos representantes da arbitragem brasileira na Copa
da Alemanha, foi um paulista. Ednilson Corona, experiente
assistente que fez grandes finais
no futebol brasileiro e de fato, mereceu o destaque naquele ano.
Quebrando barreiras do preconceito e das dificuldades, São Paulo tem
em seu quadro o único árbitro “negro” da América Latina no quadro da
FIFA, que na minha opinião, é um dos melhores árbitros de
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futebol do mundo. Paulo César de
Oliveira, o árbitro que, segundo o globo esporte, é o mais gente boa
e competente do futebol brasileiro.
E de todos os árbitros que fazem parte
hoje do quadro de árbitros da Federação Paulista, destaco o
árbitro aspirante à FIFA, José Henrique de Carvalho, que com ótimas
atuações no Brasileirão 2008, chamou atenção pela regularidade de
seu trabalho nos jogos que foi escalado.
Zé, como carinhosamente é chamado pelos amigos da arbitragem, é uma
das pessoas mais queridas e respeitadas não só em seu Estado, mais
em todo Brasil em função de sua lealdade, profissionalismo e
honestidade com os colegas.
A carreira de José Henrique de Carvalho tomou grande proporção no
ano de 2006, quando designado pelo Presidente da Comissão de
Árbitros da Federação Paulista, Marcos Marinho, Zé venceu o sorteio
da final do Paulistão daquele ano e fez um trabalho acima de
qualquer suspeita, mostrando que pode sim ser um grande Árbitro
Internacional.
Lembro-me como se fosse hoje, Zé com aquela polêmica camisa “rosa”,
advertindo o goleiro na ocasião do Santos, Fábio Costa, com um
cartão amarelo. Enquanto a chuva desmanchava seu inseparável
“topete”, Zé, mostrando para todos seu excelente preparo físico que
lhe é peculiar, consagrava-se ali, um dos grandes nomes da
arbitragem paulista de todos os tempos. Viva a renovação!
Fonte: Pedro Paulo de Jesus -
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