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O financiamento para a
realização do projeto está segurado até 2011. Ao todo, cinco milhões
de coroas que vieram dos ganhos da seleção com a participação na
última Eurocopa serão empregados, o restante sairá da Associação dos
clubes que estão na elite. Cada juiz terá um salário fixo e o restante
dependerá de quantos jogos cada um deles apitará por mês.
O projeto será analisado
após três anos em atividade e posteriormente um novo financiamento
poderá ser solicitado à FIFA. Além de pioneira, a iniciativa mostra,
no mínimo, seriedade na administração do futebol.
A decisão gera tanta
discussão que na vizinha Noruega alguns árbitros manifestaram-se
contrários à esta idéia. O juiz e psicólogo Tom Henning acredita que
não é necessário que a medida seja adotada imediatamente também no
país.
“Profissionalismo é mais
atitude do que dinheiro. Todos os juízes da Tippeligaen são
profissionais. Não tem nada ver com o dinheiro. Minha experiência é
que faz diferença nas partidas.”, declarou Henning, ao jornal VG.
Difícil imaginar que a
profissionalização da arbitragem não êxito. Porém, só a experiência
irá comprovar. De qualquer maneira é do país escandinavo que sai a
primeira iniciativa. Talvez os brasileiros, tão descontentes com a
arbitragem, tenham a partir do próximo ano um bom motivo para saber o
que acontece por lá.
Fonte: Trivela.com
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