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Assim será em todas as
partidas pelas quais o árbitro for escalado.
Outra novidade é a recomendação da Federação para
que os árbitros não concedam entrevistas antes, no intervalo ou no
final das partidas, uma espécie de "lei da mordaça" estipulada pela
Comissão de Arbitragem.
Concentração antes de jogos decisivos, preparação
intensa e modernização de súmulas dos jogos também estão previstos
nas novas recomendações da Federação.
Novidades e mudanças:
Fixação da equipe de
arbitragem: um árbitro e mesmos
assistentes até o fim do Campeonato. Segundo a FPF, foi constatado
falta de entrosamento no Paulistão de 2008. A medida visa diminuir a
margem de erros e aumentar o índice de acertos da arbitragem
paulista.
Súmula eletrônica:
através do site da Federação Paulista de Futebol (FPF), o www.futebolpaulista.com.br,
será possível acompanhar as substituições e aplicações de cartões em
tempo real. Também será disponibilizado o relato dos juizes após as
partidas, como agressões de jogadores e mau comportamento da
torcida, no caso de objetos atirados no gramado, por exemplo.
Regime de concentração na fase final:
os árbitros que forem sorteados para as fases semifinal e final da
competição, ficarão em regime de concentração e preparação física,
técnica e psicológica.
Avaliação da Comissão Especial de Arbitragem:
durante as partidas, 12 observadores da FPF assistirão aos jogos
pela televisão e irão avaliar os trios de arbitragem. Em um período
de 24 horas, os avaliadores deverão dar um parecer. Além de assistir
às partidas, a Comissão deverá ouvir o árbitro e sua justificativa
pala marcação (ou não) dos lances cruciais da partida, rever as
imagens e comunicar oficialmente o parecer da Federação Paulista de
Futebol sobre esse profissional.
Coronel Marinho, presidente da Comissão Estadual
da Arbitragem, comentou as mudanças. "Vamos fazer essa experiência
para que o árbitro trabalhe sempre com os mesmos assistentes, porque
o entrosamento diminui a possibilidade de equívocos", explicou. "Eu
não quero mais erros bobos nas partidas. Pelo investimento que
fazemos a gente não admite mais", finalizou. |